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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

AS NÁDEGAS

¨Porque das nádegas
a curva
sempre oferece
a fenda
o rio
o fundo do buraco

Para esconso uso do corpo
nunca o fraco
poder do corpo em torno desse vaso

Ambíguo modo
de ser usado
e visto

De todo o corpo
aquele
menos dado

preso que está já
do próprio vicio
e mais não é que o limiar de um ato.¨
                      Maria Teresa Mascarenhas Horta escritora e poetisa portuguesa
                      Nasceu a 20 Maio 1937 em Lisboa, Portugal


sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

BEIJO QUE MATA!

Quero matar-te com meu beijo mais intenso.
Um beijo mais que imenso.
Quero sentir o suco de teu sexo em minha boca
Quero sentir o estremecer de teu corpo
Com o látego de minha língua.
Quero matar-te de amor...
                        PDR, 29 de dezembro de 2017

domingo, 24 de dezembro de 2017

SONHO INSENSATO

Sonho em pensar  que eu pudesse estar em ti,
Ter meu nome e meus sentidos cravados em ti
E em teu amor integral,
Na ponta de minha língua
E na ponta de meus dedos.
E merecer ter o acolhimento de tua boca e teus olhos...
                                                              PDR, dezembro de 2017

domingo, 3 de dezembro de 2017

A FLOR DO BEM

O PDR apresenta uma ilustre visitante. Trata-se da blogueira do Casal Anônimo.
Para acessar o blog dessa linda mulher, clique aqui!
Fiz um poema para decantá-la, com ares de Baudelaire! Espero que gostem!!!

"És uma flor da beleza mais intensa
És uma flor que ri de minha agonia
Uma flor cuja beleza atroz, imensa
Que me sorri, como se me desse um bom-dia!

Flor que brota de teu corpo lindo, moreno
Que floresce, com os pelos que a enfeitam
E a deixam mais bela e dardeja seu veneno
Nos meus olhos gulosos que a desejam.

Tens uma flor, um rastro de cabelo, provocante
Um grelo desafiador quase uma língua
Que nesse olhar de breve instante

Deixa-me mudo, inerte, à míngua
E a flor que cobre teu corpo na tua blusa
Me fazem inveja:  Feliz de quem te ama e te usa."
                                     PDR, dezembro de 2017

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

O CIRCO DE MINHA CAMA

Minha cama é um palco de um circo
Onde os leões de meu desejo
Querem comer-te por inteira.
Um circo onde faço mágicas:
O homem-poeta transforma-se em amante-delirante.
Cada movimento de amor é acrobacia
Sou artista, mágico, palhaço.
Sob a lona íntima de nossos lençóis.
                         PDR, novembro de 2017