Ela era muito bela. Chamava a atenção. De homens e mulheres.
Há tempos eu a notava nos corredores, entrando na secretaria, dando ordens, rindo em tom confiante. Próprio das mulheres bem resolvidas.
Um dia, eu a notei no restaurante-lanchonete da Faculdade. Cercada de dois homens e uma mulher. Invejei-a pela forma como os companheiros da mesa a paparicavam. E como os jovens das mesas ao redor a olhavam. Depois, na secretaria, ela fulminou-me com um olhar divertido e me perguntou:
- Por que você não se juntou a nós?
E nem esperou a resposta!
Após várias aproximações, toques, risos, consertar meu cabelo, ajeitar minha gola, veio o convite:
Uma transa a três. Eu. Ela. O marido. Ela estava tarada comigo. Sonhava comigo. Se tocava por mim. Quando ela e o marido metiam, ela pedia ao marido para imaginar-me chupando-a, enfiando o dedinho em meu cuzinho... me lambendo. Não preciso dizer o susto que tomei. Fiquei muda. Estarrecida. E tremia toda. Ela deu a volta à mesa e verificou a porta da sala dela trancada e me deu um beijo que me queimou a língua e os lábios. Uma coisa rápida. Um aperto que me tocou o resto do dia. E me marcou muito.
Minha buceta se molhou toda. Cheguei a empapar a calcinha. Ela me olhou bem fundo nos olhos e perguntou:
- Gostou?
Apenas abaixei a cabeça e, nessa hora me descobri bissexual. Eu tremia toda quando ela me beijou de novo. Abri a boca e ofereci minha língua para ela. O suplício de esperar o fim da tarde foi lancinante.
Na casa dela, o marido já nos esperava sorrindo. Nu. O membro em riste. Lindo. Ela me despiu. e nuas, nos beijamos..... uma entrega total. Minha buceta vertia água. Coisa que nunca fiz. Os pelos dela me martirizavam a buceta. Ela me abriu e me lambeu o grelo. Senti o açoite da língua dela. Gozei. Loucamente. Nos beijamos. Sensação deliciosa de tocar a língua dela com a minha.
E, pela primeira vez na minha vida, aos 36 anos de idade, lambi o grelo de uma mulher. Foi natural. Os movimentos saíam de minha língua de forma quase instintiva. E então, senti o pau do marido dela em mim. foi um choque, que nunca espera ter: Chupar uma mulher e ser comida por um homem.
Pedi para ele gozar em minha bunda... estava em período fértil. A sensação de ser comida e observada por outra mulher foi arrebatadora. Gozamos. Nos cansamos e hoje, nossas noites são menos frequentes, mas cheias de tesão. Me sinto mais confiante, até em transar com outros homens.
E tenho me descoberto mais bela, mais atraente e mais feliz.
Nota da leitora Lindainês: As linhas gerais da verdadeira história foram por mim passadas ao blogueiro, que a escreveu de forma linda. Deslumbrei-me com o relato. Ficou muito lindo. Pedi para não ter fotos, para não quebrar a originalidade e a veracidade da situação. E pedi para escrever essa nota, agradecendo. A história é original e criei coragem de contá-la aqui. Anonimamente, como disse em post anterior. Estou muito feliz em tê-la contado aqui.