AVISO AOS VISITANTES!

Bem vinda(o) aos PEQUENOS DELITOS RENOVADOS.
É um blog que mistura poesia e sacanagem (não nessa ordem). Suas contribuições (fotos, poemas, idéias) serão importantes para o blog. Sinta-se dono e ator principal desse blog.
A mais importante participação é sua visita. E claro, seus comentários...
Contate-me.... aguardo você no e-mail do blog: delitosdosexo@gmail.com

sábado, 30 de abril de 2016

ÁLEA - Poeta Convidada

Hoje, a poeta portuguesa Luisa Demétrio Raposo nos visita e nos deixa um excelente poema, transcrito de seu blog Vermelho Canalha, imperdível pela força poética dessa que é representante da nova geração de poetas portuguesas. Existem várias citações sobre ela na blogosfera. Centenas de citações, contendo biografia e obras, das quais eu destaco, A truca e o blog do Antonio Miranda.

ÁLEA:
"A carne a essência elevada que ergue a precisão em desespero do céu.
O sexo, o deus paralelo ao prazer, um verbo possante. O corpo após corpo a oferecer guarida ao coito. 
A seiva franca nada-lhe ao ouvido na dupla que os dedos anseiam.
Um pênis, Astro. 
Quero esconde-lo, primeiro na boca, depois entre os seios, esconde-lo a meio lodo e fornicar em desespero, com força e sem ponta de vergonha, alcatroando-o até ao ultimo empurrão em que a imagem eclode e a sombra cheia enegrece inteiramente os pentelhos desgrenhados.
Luísa Demétrio Raposo

                                                    

quarta-feira, 27 de abril de 2016

DÚVIDA

Não sei se minha poesia é lamento.
Se é  loucura. Devassidão.
Ou atrevimento.
Sei que na imensidão
De meu sentimento,
Jorro palavras depravadas.
Minha poesia é tudo, menos fingimento
Nelas estão minhas vozes gravadas.
Quero tudo, a todo momento!
                                                   PDR, abril de 2016.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

A DEMOCRACIA É UM JOGO!

Dessa feita, um leitor antigo do PDR (Anônimo*),  se expõe  aqui, partilhando seus momentos de intimidade...a doce intimidade do lar..
Os elogios eu deixo às minhas leitoras...,pois o presente é para elas!
 
 

sábado, 23 de abril de 2016

SHAKESPEARIANA

Teu amor é mais que um fogo.
É da minha própria vida, o jogo
Sem ti, meu coração se machuca e arde
E de minha infinita tristeza faz alarde.

Em meus momentos de dor e saudade
Acho que minha vida é nula e só solidão
Só o doce esplendor de tua visão
Me traz o aconchego de minha verdade.

Enquanto viver eu, serei teu
Pensar em ti, ser teu e amar-te, 
Que eu tenha da escrita a arte
Para colocar a teus pés, o imenso amor meu.
                                                     PDR, 23 de abril de 2016,  
                                                      (aniversário da morte de William Shakespeare)

quinta-feira, 21 de abril de 2016

NINHO

À boca de teu sexo.
A acolhida 
Perco tudo. O nexo.
                       PDR, abril de 2016

terça-feira, 19 de abril de 2016

OS "TCHUCHUS" DA TCHACHA

A Tchacha é uma leitora do blog, que nos dá um presente especial, ao exibir-nos seus "tchuchus"...
É realmente um presente especial...  A visão de  seu corpo provocante, luxurioso e delicioso é mais que um presente.  Sim, hoje é aniversário dela. O aniversário é dela e o presente é nosso.
Sem poemas, sem versos, pois o corpo dela merece atenção especial, pela beleza e pela perfeição.
Obrigado Tchacha...e, perdão pela gula, mas nós queremos ver mais.... e mais!!!!
 
 

sexta-feira, 15 de abril de 2016

A HIPNOSE DA BELEZA

A leitora Anônima (*) mandou-nos uma imagem de seu segredo mais íntimo. 
A beleza da imagem  é estarrecedoramente  arrebatadora.  A doçura da umidade que lhe escorre entre os lábios é uma explosão de tesão. Parece uma mulher feita de seda, da seda mais pura.
Brutal a beleza. Dilacerante. Êxtase para os olhos...
"A tua leveza desarma meu olhar.
Hipnotiza-me, como música de inesquecível beleza
És leve como se teu tecido fosse seda e não pele
Escorre-lhe dos lábios o elixir da vida!
Nenhum vendaval dissipa o perfume capturado de tua flor
Tens a leveza do cheiro do vento da primavera
Da primavera que o próprio vento se esqueceu, 
Para dissipar perfumes."

 PDR, abril de 2016

segunda-feira, 11 de abril de 2016

MÃO

Tua gruta úmida
É um vulcão, uma boca.
Que devora o desespero de meu desejo.
Quero tua mão condutora.
Quero rasgar o céu de teu íntimo.
E sentir o hálito luxuriante que emana de ti.

                                                        PDR, abril de 2016

sábado, 9 de abril de 2016

PENUMBRA

Quero a intimidade de tuas pernas
Enforcando-me  o pescoço
Na doce agonia da asfixia íntima
De teu cheiro.

Quero tua boca com sede de meu gozo
Numa sede infinita.

Quero os segredos  que me contas
E nosso riso incontido que nos  rimos
Após desfalecermos juntos de prazer.
                                            PDR, abril de 2016







quinta-feira, 7 de abril de 2016

MORRER DE AMOR

Morrer de amor
ao pé da tua boca
Desfalecer
à pele
do sorriso
Sufocar
de prazer
com o teu corpo
Trocar tudo por ti
se for preciso
         
                          Maria Teresa Mascarenhas Horta - GOIH   (
Lisboa20 de Maio de 1937)

terça-feira, 5 de abril de 2016

CAMONIANA - SONHO E ESPERO

Sonhar-te é meu maior tormento
Pois és  de minh'alma o alimento.
Já  dei-me conta que és sonho vão e tardio,
E aqui nesse peito mora um coração vazio. 

Esperar-te é um instante de doce tormento
E por mais que  esse seja fugaz e breve
Teu amor é mais que ardor e sofrimento
É aquela dor de amor, que me faz a vida leve

Possuir-te, ó doce e sutil engano
Que soprou em mim do amor o vento
E eu a buscar-te nas ondas do oceano

O amor que nunca tive e a sorte e o intento
De fazer-me em ti o meu mais divino plano.
Falhei-me em ventura, sonho e contentamento.

                                                           PDR, abril de 2015

sábado, 2 de abril de 2016

VINGANÇA

Amei-te tanto, de forma incondicional.
Fui teu, de forma irracional.
Estou feliz pelo amor que te dei.
E pelo prazer, que abdiquei de meu e te doei.
Fiz-me teu.
Foi tua a minha carne.
Meu sangue circulou pelas tuas veias.
Meus pés se vestiram de tuas meias.
Renunciei-me a mim próprio.
Aspirei teu hálito como ópio.
Farei disso tudo um poema de amor.
E tu não me reconhecerás nesses versos.
                                                               PDR, abril de 2016