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domingo, 29 de maio de 2016

ALGEMAS

Queria ter a coragem de matar-te
De amor. De gozar. De foder.
E o dom de ressuscitar-te,
Para que pudéssemos mil vezes morrer.

E entre palavras, estrofes e poemas
Cairíamos, exaustos e submersos
No gozo, na loucura de meus versos
De nossos sexos, nossas próprias algemas.
                                             PDR, maio de 2016

quinta-feira, 26 de maio de 2016

ENTRE SOMBRAS E LUZ

"Entre sombras e luz
A teus pés me pus.
E entre sombras e luz
Dentro de ti eu me pus. 
Me expus. E me recompus."
                               PDR, maio de 2016

terça-feira, 24 de maio de 2016

O VERBO E O VERSO

"Aprendi  a ternura,
Do verbo te querer.
Me ensinaste a loucura,
Do verbo te conhecer.

Andei à procura,
Do verbo te fazer.
E me deixaste a secura,
Do verbo te ter.

Provei a fruta madura,
Do verbo te comer.
Me ensinaste  a doçura
Do verbo viver."
                                         PDR, dezembro de 2012

sexta-feira, 20 de maio de 2016

URGÊNCIA DESMEDIDA

Hoje, não tenho poemas nem versos.
Tenho apenas a urgência de me mergulhar dentro de ti, de te penetrar e sentir tua boca em mim.
Não me restou nada. Nem espaço para qualquer inspiração.

 

quarta-feira, 18 de maio de 2016

TINTA CRUEL

Preciso daquela ponte que eu atravessava todos os dias.
Aquela ponte entre os dedos de teus pés e tua cabeça.
O teu corpo. A doçura de tua pele.
Preciso de teus braços. 
Corrimão de ternura em que eu me segurava.
Preciso daquela mulher algoz que me torturava a boca
Com o líquido espesso de seu gozo, e
Me pintava os lábios com a tinta cruel de seu prazer.
Sou nada mais que saudade.
Apenas um nome apagado no espelho de tua vida.
                                                    PDR, maio de 2016

sexta-feira, 13 de maio de 2016

PAPEL DE SEDA

"Escrevo em tua própria pele o meu poema de amor...
Deixo nela, as palavras impregnadas, marcadas e
Escritas com a tinta de meu íntimo...
Tua pele, papel de seda, onde coloco meu sonho de amor...
Onde jorro e gozo a esperança maior de minha vida..."
                                                                            PDR, abril de 2012

domingo, 8 de maio de 2016

TUA AUSÊNCIA

Hoje, meu coração fantasiou-se
De teu retrato, e
Vestiu-se da roupagem ardente
De teu rosto.
Ao mirar-se no espelho, viu-se nu,
Pois vestia os trajes invisíveis 
Da tua ausência.
Mais que nunca, ele sonhou ser um barco a vela
Que pudesse navegar 
Na promessa de amor
Do mar dos teus olhos.
E que pudesse, até o fim dos ventos,
Ancorar no cais da doçura do teu corpo
Porto final de minha travessia pela vida.                                                                                                                                                                                          PDR, setembro de 1989