Queria ter a coragem
de matar-te
De amor. De gozar. De foder.
E o dom de
ressuscitar-te,
Para que pudéssemos
mil vezes morrer.
E entre palavras,
estrofes e poemas
Cairíamos, exaustos e submersos
No gozo, na loucura de meus versos
De nossos sexos,
nossas próprias algemas.
PDR, maio de 2016









