Minha leitora Anônima* desnuda-se ante nossos olhos.
Beleza ímpar, floral, deliciosamente recheada de ternura e luxúria. Uma fêmea deslumbrante: faminta, sequiosa, tesuda, pele como a pétala da flor mais tenra e doce. Uma lembrança inesquecível para esse blog. Um tesão de fêmea.
Fiz um poema simples, muito aquém da beleza perfeita dela: INFINITO AMOR DE PERDIÇÃO!
"Teu corpo é forma sublime
De flor.
Plantada na terra fértil de meu amor.
Tuas raízes tocam meu íntimo
E se alimentam da seiva de meu gozo.
Pela métrica de meu olhar de amor indizível
E intraduzível.
Meço a distância entre teu sexo e teus seios (remanso de meu prazer e descanso),
Onde a visão magnânima do abismo entre tuas coxas
Me desvenda o insondável de minha paixão.
Teu corpo é meu infinito.
É onde a minha perdição é mais doce.
És minha fala, meu diálogo mudo.
És meu desejo infinito-infinitivo. És tudo!"
Eu, PDR, declaro a Anônima Linda, Maravilhosa,
Culpada por tanta beleza, inalcançável a esse Juizado.
Edite-se, Registre-se, Cumpra-se,
pois res judicata est quae finem controversiarum pronuntiatione judicis accipit .