Abra, pois, as tuas pernas
E mostra-me o caminho do amor infindo.
E, entre elas, as delícias eternas
Do nosso amor, cada vez mais lindo.
Abra-te, quero-te
aberta, anelante ,
Quero te amar com minha língua faminta
Meu pau, pincel duro e pulsante.
E deixar-te meu gozo, minha branca tinta.
E deixar-te meu gozo, minha branca tinta.
PDR, outubro de 2017






