Amar-te de forma diferente
Das várias formas que eu fiz,
Hoje quero-te por trás e não pela frente
Quero-te menos mulher e mais meretriz.
Sentir teu cu abraçar-me a rigidez
Sentir-me teu carrasco e teu algoz
Sentir-me dono de tua sordidez
Ouvir os ¨ais¨ de dor de tua voz
És minha... espera-me saciar de prazer
Dentro de tua bunda que quase não me contém
E me diz em fio de voz dorida: ¨Vem... vem¨!
E me vou, gozo como se fôssemos morrer.
PDR, Novembro de 2017
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terça-feira, 14 de novembro de 2017
sábado, 4 de novembro de 2017
CAÇADOR DE TEU AMOR
Teu corpo é parte de mim.
É parte de meu coração.
Tua boca é o repositório de meu prazer.
Teu sexo são as folhas do jardim do infinito-amor.
Onde caço a esperança do amor completo.
Onde grito a esperança do amor incontido.
PDR, novembro de 2017
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
AMEI-TE COM AS PALAVRAS
Hoje, o PDR posta um lindo, belíssimo, encantador, maravilhoso poema que não necessita imagens, dada sua força poética.
Rosa Lobato de Faria (◊ Lisboa, 20/Abril/1932, † Lisboa, 02/Fevereiro/2010)
¨Amei-te com as palavras
com o verde ramo das palavras
e a pomba assustada do coração.
Amei-te com os olhos
o espelho doido dos olhos
e a sede inextinguível da boca.
Amei-te com a pele
as pernas e os pés
e todos os gritos que trago
por debaixo da roupa.
Amei-te com as mãos
As mesmas com que te digo adeus.¨
sábado, 28 de outubro de 2017
AMOR É O OLHAR TOTAL
"Amor é o olhar total, que nunca pode
ser cantado nos poemas ou na música,
porque é tão-só próprio e bastante,
e em si mesmo absoluto táctil,
que me cega, como chuva cai
na minha cara, de faces nuas,
oferecidas sempre apenas à água."
ser cantado nos poemas ou na música,
porque é tão-só próprio e bastante,
e em si mesmo absoluto táctil,
que me cega, como chuva cai
na minha cara, de faces nuas,
oferecidas sempre apenas à água."
Fiama Hasse Pais Brandão (Lisboa 1938 - Lisboa 2007)
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
QUE MINHA LÍNGUA
Que minha língua seja o açoite de teu corpo.
Que minha língua traduza meus versos
Em forma de carícias plenas.
Que minha língua que pronuncia versos e poemas de amor
Seja a rima e o tempo do poema de teu prazer.
Que teu corpo, sem censura e sem preconceitos
Receba minha língua ávida de te fazer poemas concretos.
O prazer infinito de teu gozo.
PDR, outubro de 2017

Que minha língua traduza meus versos
Em forma de carícias plenas.
Que minha língua que pronuncia versos e poemas de amor
Seja a rima e o tempo do poema de teu prazer.
Que teu corpo, sem censura e sem preconceitos
Receba minha língua ávida de te fazer poemas concretos.
O prazer infinito de teu gozo.
PDR, outubro de 2017

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