Tomo teu corpo,
Ciente do proibido do gesto.
Da proibida forma de te amar.
De possuir-te assim, desprevenida e ousada
Aquela ousadia que já me revelastes
No sussurro íntimo de nossas confissões.
Sinto o arrepiar de tua pele. O contato de meu pênis
Com a deliciosa rugosidade de teu ânus.
A penetração.
Antevejo teus ais, pronunciados de forma ardente.
Antevejo nosso gozo e a forma perplexa
Com que nos entreolhamos no íntimo do depois...
PDR, julho de 2015