"Quero o requinte de te amar com toda minha força
E ser um poeta doce e gentil e misturar-te
À minha metade devassa, luxuriosa e libidinosa.
Quero dar-te versos doces de amor e no caldeirão de nossa cama
Temperá-los com meus desejos insanos, com minha fome e sede de teu
sexo.
Quero tua buceta lúbrica, incendiada pelos poemas de meu pau.
Quero-te toda, no contato de minha língua com o teu íntimo
Quero deitar-me no fogo eterno que é o vulcão de teu orgasmo.
Quero o sublime instante em que toco o tapete de pecado que é teu
corpo."
PDR,
março de 2016










