Quero a intimidade de tuas pernas,
Enlaçando-me o pescoço,
Na doce agonia da asfixia íntima.
Quero tua boca,
Com sede de meu gozo,
Com sede de meu gozo,
Numa sede infinita.
Quero os segredos que me contas
E nosso riso incontido que nos rimos







