"Quero viajar lentamente
Para dentro de ti.
Lentamente, descobrir dentro de teu útero
Caminhos que ninguém nunca percorreu.
Quero a lentidão de percorrer os caminhos inóspitos
De teu ventre.
A quietude de ser a bissetriz que corta o vértice de tuas coxas abertas.
Jorrar, dentro de teu âmago, minha poesia líquida
E sentir o espanto e os espasmos de teu gozo acolhedor."
PDR, Julho de 2016








