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sábado, 17 de agosto de 2019

SOU LOUCA DE TESÃO!


“Sou louca... minha loucura é o tesão que tenho: Imprudente, louco, intenso, esvoaçante...
Sou toda um poema do sexo  em carne-viva.
Uma obra de arte que um artista lúbrico desenhou: Sou peitos, bunda, pernas, braços, mãos.
Minha buceta  é insaciável. Plena.  Uma “gruta-caixa-de-tesouro “  que não cansa nunca de ser explorada.
Língua, dedo, pica, olhos, boca... são os exploradores que minha gruta recebe. E se orgulha de recebê-los e acolhê-los.
Sou linda. Deliciosa. Perfeita.  Um vulcão de tesão, cujas lavas arrastam os que ousam desafiar-me. Queimam. Explodem!  
Sou assim. Um espetáculo a ser devorado. Um enigma do sexo.
Decifra-me ou devoro-te. Ou morrerás no reino encantado de meu corpo.
Um tapete voador de tesão onde viajarás para o infinito!"








quinta-feira, 15 de agosto de 2019

A CHAVE DOS SONHOS!

"Guardo com a chave dos sonhos 
Segredos que o corpo merece 
Se alguém não quis arriscar 
Então que o não tivesse...
Ontem arriscaste mais 
Do que uma simples coisa exigia 
Deste-me a chave dos sonhos 
O caos e a harmonia..." 
  
                              Sérgio Godinho / Luis Represas- músicos e compositores portugueses

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

O AÇOITE DE TUA LÍNGUA

"Tua língua é o chicote que rasga o rosto de meu sentimento.
O açoite do meu falo.
É a carícia, entre todas, a preferida, nosso melhor momento.
Minha sorte, minha luz,  meu halo."
                                             PDR, outubro de 2014

terça-feira, 13 de agosto de 2019

TUA VAGINA BOCCGIANA


"É tua buceta lisa, cabeluda, peluda, desgrenhada.... não importa.
Tua buceta é onde eu me encontro no céu, no éden, no paraíso
É tua buceta, o portal da felicidade, do prazer-eterno a porta
Tua buceta é morada do meu caralho duro, hirto, firme e preciso.

Tua buceta é fonte de mel, prazer líquido que de ti emana
Destilas líquido que rega meu cacete, imenso e glorioso
Tua buceta, portal que me liberta a besta humana
Meu pau, minha língua, meu dedo tudo que é luxurioso.

Quero tua buceta, bucetinha, vagina, poço ou gruta
Não quero nomes, sobrenomes ou denominá-la.
Quero subjugá-la, retê-la e dominá-la.
Fazer de ti minha indomável puta..."
                            PDR, novembro de 2017
 
  


segunda-feira, 12 de agosto de 2019

TOCO TU BOCA - JÚLIO CORTÁZAR

Acto I: Toco tu boca
Toco tu boca, con un dedo toco el borde de tu boca, voy dibujándola como si saliera de mi mano, como si por primera vez tu boca se entreabriera, y me basta cerrar los ojos para deshacerlo todo y recomenzar, hago nacer cada vez la boca que deseo, la boca que mi mano elige y te dibuja en la cara, una boca elegida entre todas, con soberana libertad elegida por mí para dibujarla con mi mano por tu cara, y que por un azar que no busco comprender coincide exactamente con tu boca que sonríe por debajo de la que mi mano te dibuja.
Me miras, de cerca me miras, cada vez más de cerca y entonces jugamos al cíclope, nos miramos cada vez más de cerca y nuestros ojos se agrandan, se acercan entre sí, se superponen y los cíclopes se miran, respirando confundidos, las bocas se encuentran y luchan tibiamente, mordiéndose con los labios, apoyando apenas la lengua en los dientes, jugando en sus recintos donde un aire pesado va y viene con un perfume viejo y un silencio. 

Acto II: El encuentro
Entonces mis manos buscan hundirse en tu pelo, acariciar lentamente la profundidad de tu pelo mientras nos besamos como si tuviéramos la boca llena de flores o de peces, de movimientos vivos, de fragancia oscura. Y si nos mordemos el dolor es dulce, y si nos ahogamos en un breve y terrible absorber simultáneo del aliento, esa instantánea muerte es bella. 

Acto III: El final.
Y hay una sola saliva y un solo sabor a fruta madura, y yo te siento temblar contra mí como una luna en el agua.

Júlio Cortázar, Rayuela Capítulo 7

sábado, 10 de agosto de 2019

VINGANÇA

Há provas irrefutáveis que chorei por ti
Nessa cama onde trocamos carícias indescritíveis.
Há evidências aparentes de que foste minha.
Gozamos juntos, um gozo íntimo, ardente,
Nesse mesmo lençol, o cheiro de teu sexo me provoca, me fustiga 
Nessa cama, onde deixastes suores, travesseiros com cheiro de teus cabelos
Nessa cama, que ouviu teus ais e tuas promessas de amor infindo.
Hoje, sinto-me ainda dentro de tua vagina, de tua boca, de teu ânus.
Mais saiba que ainda estás dentro de mim.
Aqui dentro desse coração.
Dentro de minha alma e meus sonhos.
De lá não sairás jamais.
Aprisionada.
Assim me vingo de ti.
                                                                           PDR, no dia 15 de abril de 2013




sexta-feira, 9 de agosto de 2019

CAMONIANA: SONHO E ESPERO!

"Sonhar-te é meu maior tormento.
Já  dei-me conta que és sonho vão e tardio,
Pois és  de minh'alma o alimento,
E aqui nesse peito mora um coração vazio. 

Esperar-te é um instante de doce tormento
E por mais que  esse seja fugaz e breve,
Teu amor é mais que ardor e sofrimento,
É aquela dor de amor, que me faz a vida leve.

Possuir-te, ó incontido, doce e sutil engano
Que soprou em mim do amor, o vento
E eu a buscar-te nas ondas do oceano.

O amor que nunca tive e a sorte e o intento
De fazer-me em ti o meu mais divino plano.
Falhei-me em ventura, sonho e contentamento."
                                                           PDR, abril de 2015

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

VERSOS DITOS PELA BOCA

"Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que a minha boca tem para te dizer!
São talhados em mármore de Paros
Cinzelados por mim para te oferecer

Têm dolência de veludos caros,
São como sedas pálidas a arder...
Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que foram feitos pra te endoidecer!

Mas, meu Amor,eu não tos digo ainda.
Que a boca da mulher é sempre linda
Se dentro guarda um verso que não diz.

Amo-te tanto! E nunca te beijei...
E nesse beijo, Amor, que eu não dei,
Guardo os versos mais lindos que te fiz!" 

Florbela Espanca, poeta portuguesa,   (Vila Viçosa8 de dezembro de 1894 — Matosinhos8 de dezembro de 1930)  in "Os versos que te fiz"




A LENTA E GLORIOSA VIAGEM

"Quero viajar lentamente
Para dentro de ti.
Lentamente, descobrir dentro de teu útero
Caminhos que ninguém nunca percorreu.
Quero a lentidão de percorrer os caminhos inóspitos
De teu ventre.
A quietude de ser a bissetriz que corta o vértice de tuas coxas abertas.
Jorrar, dentro de teu âmago, minha poesia líquida
E sentir o espanto e os espasmos de teu gozo acolhedor."
                                                             PDR, Julho de 2016

terça-feira, 6 de agosto de 2019

A DOÇURA DA ESPERA

"Foi tanta espera...
Mas quem me dera!
Saber que agora
É a nossa hora..."
                                           PDR, fevereiro de 2001
 

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

PENUMBRA

Quero a intimidade de tuas pernas,
Enlaçando-me  o pescoço,
Na doce agonia da asfixia íntima.

Quero tua boca,
Com sede de meu gozo,
Numa sede infinita.

Quero os segredos  que me contas
E nosso riso incontido que nos  rimos
Após desfalecermos juntos de prazer.
                                            PDR, abril de 2016
 

sábado, 3 de agosto de 2019

(M) EU FALO

"Eu falo por metáforas:
Meu falo por metáforas, se faz teu.
Eu falo de forma majestosa
Meu falo de forma majestosa, é teu.
Teu corpo recolhe o que eu falo
Teu corpo acolhe o meu falo.
Eu falo de forma explícita que te amo
Meu falo, de forma implícita, me torna teu.'
                                                                       PDR
 

ALGEMAS

Quero a coragem de matar-te
De amor. De gozar. De foder.
E o dom de ressuscitar-te,
Para que pudéssemos mil vezes morrer.
E entre palavras, estrofes e poemas
Cairíamos, exaustos e submersos
No gozo, na loucura de meus versos
De nossos sexos, nossas próprias algemas.
                                             PDR, maio de 2016
 
 
 


quinta-feira, 1 de agosto de 2019

DOCE DOAÇÃO

Pertencer-te unicamente é minha sina.
Descubro-me poeta nas linhas do teu corpo.
É tua presença constante em meus pensamentos
Que me faz destilar em gotas de suor, o meu amor.
Minha retina é tua retina...
Onde descubro a doce poesia de te olhar
Ao te amar, teu corpo acolhe e recolhe
Os poemas que meu gozo deposita em teu íntimo.
PDR, julho de  2019

ENTRE TUAS PERNAS

Há uma luz que emana de entre tuas pernas,
Onde encontro o meu caminho.
Encontro-me, acho-me e me perco.
Quero viver o sutil momento
De estar e permanecer,
Entre tuas pernas.
Definitivamente.
                                           PDR, janeiro de 2016

quarta-feira, 31 de julho de 2019

NINHO DE PERDIÇÃO

Na boca de teu sexo.
Me perco. Perco tudo. 
Até o nexo.
                       PDR, abril de 2016

terça-feira, 30 de julho de 2019

NAVEGAR É PRECISO!

Navego-te...
"Em mares nunca dantes navegados".
Exploro-te...
Em terras nunca dantes exploradas.
E juntos, descobrimos o caminho de um Novo Mundo:
O "êxtase".
                            PDR, março de 2016

segunda-feira, 29 de julho de 2019

ENTRE SOMBRAS E LUZ

"Entre sombras e luz
A teus pés, eu me pus.
E entre sombras e luz
Dentro de ti,eu me pus. 
Me expus.
E me recompus."
                               PDR, maio de 2016


domingo, 28 de julho de 2019

AS NÁDEGAS


“Porque das nádegas
a curva
sempre oferece
a fenda
o rio
o fundo do buraco

Para esconso uso do corpo
nunca o fraco
poder do corpo em torno desse vaso

Ambíguo modo
de ser usado
e visto

De todo o corpo
aquele
menos dado

preso que está já
do próprio vicio
e mais não é que o limiar de um ato."
                                   Maria Teresa Mascarenhas Horta escritora e poetisa portuguesa
                                   Nasceu a 20 Maio 1937 em Lisboa, Portugal

 

sábado, 27 de julho de 2019

OFERTA

"Já amei-te em silêncio
E aquele amor ficou em mim
Como uma doença contagiosa que nunca apareceu.
Mas que me consumiu como uma chaga.

Já amei-te de forma explícita, pública e doentia.
A rejeição não me matou.
Mas me deixou marcas explícitas. Variólicas.
Sobrevivi.

Hoje, me ofereço a ti.
De forma explícita. Nua. Delirante.
Pode ser o prenúncio de uma varíola ou uma doença incubada.
Mas pode ser o amor que me seca a procura.
Vale a pena correr o risco."
                                                       PDR,  abril de 2014