"Sinto a carícia de tua boca em mim.
Retribuo, com minha boca ávida.
E nos tornamos mais íntimos."
PDR
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sexta-feira, 11 de outubro de 2019
quarta-feira, 9 de outubro de 2019
INTENÇÃO INFINITA
"Eu sou aquele que teima em não te esquecer
Aquele que te ama até o amanhecer
Aguardo o desfecho de tuas intenções.
De possuir-te ao olhar!
Surpreendo-me a cada instante em que tenho frente aos olhos.
E faço de meu olhar a intenção incontida de tua nudez, de teus pelos umedecidos,
De tua buceta lânguida...que eu pudesse tocar e possuir
Na tendência ao infinito de minha paixão..."
segunda-feira, 7 de outubro de 2019
PRESENTE DO INDICATIVO
"Meu tempo poético para ti é único.
És minha frase preferida e minha oração diária.
És meu verbo de ligação e meu predicado
Teu nome é meu pronome e meu adjunto.
Minha vírgula, minha pausa, meu ritmo
Meu pretérito mais que perfeito."
Teu nome é meu pronome e meu adjunto.
Minha vírgula, minha pausa, meu ritmo
Meu pretérito mais que perfeito."
PDR - 21 de dezembro de 2011
quinta-feira, 3 de outubro de 2019
MINHA BOCA EM TEU SEXO!
"Num impudor de estátua ou de vencida,
coxas abertas, sem defesa... nua
ante a minha vigília, a noite, e a lua,
ela, agora, descansa, adormecida.
Dos seus mamilos roxo-azuis, em ferida,
meu olhar desce aonde o sexo estua.
Choro... e porquê? Meu sonho, irreal, flutua
sobre funduras e confins da vida.
Minhas lágrimas caem-lhe nos peitos...
enquanto o luar a numba, inerte, gasta
da ternura feroz do meu amplexo.
Cantam-me as veias poemas nunca feitos...
e eu pouso a boca, religiosa e casta,
sobre a flor esmagada do seu sexo."
ante a minha vigília, a noite, e a lua,
ela, agora, descansa, adormecida.
Dos seus mamilos roxo-azuis, em ferida,
meu olhar desce aonde o sexo estua.
Choro... e porquê? Meu sonho, irreal, flutua
sobre funduras e confins da vida.
Minhas lágrimas caem-lhe nos peitos...
enquanto o luar a numba, inerte, gasta
da ternura feroz do meu amplexo.
Cantam-me as veias poemas nunca feitos...
e eu pouso a boca, religiosa e casta,
sobre a flor esmagada do seu sexo."
Cântico. Poema de José Régio (17/set/1901 - 22/dez/1969).
Pseudônimo de José Maria dos Reis Pereira
segunda-feira, 30 de setembro de 2019
TUA MÃO
"Tua gruta úmida
É um vulcão, uma boca,
Que devora o desespero de meu desejo.
Quero tua mão condutora.
Quero rasgar o céu de teu íntimo.
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