"Enterro-me em ti, com o desespero de minha carência.
Enterro-me forte. Alucinadamente. Desesperadamente.
Desenterro-me com a necessidade de entrar e sair de teu corpo.
Como se a cada estocada, eu pudesse multiplicar meu amor.
Sinto a umidade do teu interior. A umidade que me seca a alma.
Sinto o estremecer de teu corpo a cada instante que penetro-te.
Observo a paisagem alucinante que é teu corpo sob meu domínio.
Desfaço-me em gozo, paixão.
Minhas enterradas são a transformação física na qual nos desfazemos.
Nosso amor é sólido e nosso gozo é líquido."
PDR, junho de 2015
Ano Novo! Vida Nova! Delitos Renovados! Sem pudores e regras, pois aqui não há regras! Mergulhe aqui de cabeça, despertando e aflorando tua porção erótica, sensual e sacana... Dentro de você existe um "alter ego", ardente por sexo, uma boa transa, uma boa sacanagem, querendo ser feliz e realizada(o)...
AVISO AOS VISITANTES!
Bem vinda(o) aos PEQUENOS DELITOS RENOVADOS.
É um blog que mistura poesia e sacanagem (não nessa ordem). Suas contribuições (fotos, poemas, idéias) serão importantes para o blog. Sinta-se dono e ator principal desse blog.
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sábado, 27 de janeiro de 2018
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
A FLOR DO TEU VENTRE
Nem sei o que faço
Dessa flor inóspita e inatingível
Que carregas no teu ventre
De mulher-amante
Não sei o que eu faço
de ti.
Cujo corpo me corrompe os sentidos
E que me deixa os orgasmos
Saciados a cada instante.
Nem sei o que faço de teu sexo
Meu mundo, meu nexo.
Quero-o todo por inteiro
Olhá-lo, comê-lo, por fora e
por dentro.
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
TUA VAGINA
Tua vagina é áurea flor.
Impulsiva, otimista e generosa
Copo-de-leite que se abre e fecha ao sabor
De nosso tempo.
Tua vagina é flor
De pétalas invertidas
Que captam e adornam o pênis
Pistilo invasivo
E recobre o leite do bico
Do pênis-beija-flor.
Tua vagina tem vida própria.
Meu pênis tem vida própria
E ambos se fizeram uma só vida
Em uníssonos prazeres.
PDR, Janeiro de 2018 segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
AS NÁDEGAS
¨Porque das nádegas
a curva
sempre oferece
a fenda
o rio
o fundo do buraco
Para esconso uso do corpo
nunca o fraco
poder do corpo em torno desse vaso
Ambíguo modo
de ser usado
e visto
De todo o corpo
aquele
menos dado
preso que está já
do próprio vicio
e mais não é que o limiar de um ato.¨
a curva
sempre oferece
a fenda
o rio
o fundo do buraco
Para esconso uso do corpo
nunca o fraco
poder do corpo em torno desse vaso
Ambíguo modo
de ser usado
e visto
De todo o corpo
aquele
menos dado
preso que está já
do próprio vicio
e mais não é que o limiar de um ato.¨
Maria Teresa Mascarenhas Horta escritora e poetisa
portuguesa
Nasceu a 20 Maio 1937 em Lisboa, Portugal
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